Governo. O desgaste “inevitável” nos próximos meses como prenúncio de crise

Según estudio, nuestro universo tardó menos de 200 mil años en formarse

Há oito meses, o Governo entrava no seu pior pesadelo, ainda agarrado ao sucesso do excedente orçamental e sem tempo para o usar como trunfo. Se até ao início do outono conseguiu manter-se sem deslaçamentos de maior, tudo começou a ruir com a segunda vaga da pandemia. Agora, está cada vez mais sozinho. O cansaço acumulado, a dificuldade da tarefa, os erros cometidos e a comunicação errática passaram a estar no topo das imagens associadas ao Executivo. E esta semana houve mais pressões e outras más notícias para gerir

Há oito meses, o Governo entrava no seu pior pesadelo, ainda agarrado ao sucesso do excedente orçamental e sem tempo para o usar como trunfo. Se até ao início do outono conseguiu manter-se sem deslaçamentos de maior, tudo começou a ruir com a segunda vaga da pandemia. Agora, está cada vez mais sozinho. O cansaço acumulado, a dificuldade da tarefa, os erros cometidos e a comunicação errática passaram a estar no topo das imagens associadas ao Executivo. E esta semana houve mais pressões e outras más notícias para gerir.

António Costa assumiu a “culpa” pelo que está a correr mal e tenta colar os cacos sem parceiros e sem suporte exterior além do Presidente da República, que já apontou “erros e omissões” ou “atrasos” (embora se declarasse “responsável supremo”), e gostaria agora de ver maior clareza nas medidas (ver pág. 5). A esquerda só está presente a espaços, porque o BE se afastou no Orçamento e o PCP na gestão da pandemia; a “bazuca” da União Europeia está encalhada em três países; os protestos aumentam com a crise na economia; muitas famílias aguentam penduradas em subsídios de desemprego, lay-off e moratórias; o SNS resiste a tremer por todos os lados, e há pressão acrescida de Bruxelas e de Mário Centeno, ex-ministro agora governador do Banco de Portugal, para as contas públicas não derraparem.

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